A tabela de adultos tem seis faixas: baixo peso (abaixo de 18,5); peso adequado (eutrofia) (18,5 a 24,9); sobrepeso (pré-obesidade) (25,0 a 29,9); obesidade grau i (30,0 a 34,9); obesidade grau ii (35,0 a 39,9); obesidade grau iii (40,0 ou mais). Os mesmos cortes valem para mulheres e homens.
O limite entre duas faixas não é uma fronteira entre saúde e doença. A OMS escolheu esses pontos porque, em estudos com grandes populações, o risco de doenças como diabetes tipo 2 e hipertensão sobe de forma contínua com o IMC. Um IMC de 24,8 e outro de 25,1 descrevem pessoas praticamente iguais.
Por que a tabela não serve para todo mundo
- Crianças e adolescentes não têm tabela fixa. O IMC é comparado com curvas por idade e sexo; veja IMC infantil.
- Pessoas com 60 anos ou mais usam os cortes de 22 e 27; veja IMC do idoso.
- Gestantes são acompanhadas por curvas de ganho de peso no pré-natal.
- Populações asiáticas: uma consulta de especialistas da OMS, em 2004, sugeriu pontos de ação adicionais em 23 e 27,5, mantendo a classificação internacional.
Como o IMC não diz onde a gordura está, vale completar a leitura com a relação cintura-altura.